Um CRI raramente quebra de surpresa. A pesquisa do economista Eduardo Cazassa com cerca de 5,5 mil séries mostra que os sinais de deterioração aparecem, em mediana, oito meses antes de o problema chegar a uma assembleia ou fato relevante. Nas carteiras dos fundos imobiliários, a fatia de papéis com desvio saiu de um patamar histórico de 2% para 16% no fim de 2025.
Neste episódio do Blue Chip Talks, a jornalista Denise Carvalho conversa com Eduardo Cazassa, fundador e head da NewEstate, sobre os degraus da deterioração de um CRI, a distância entre o preço informado e o risco real, as falhas no registro de garantias e o que esperar de 2027, quando chega ao fim o ciclo das obras financiadas entre 2021 e 2024. Ele também explica o que o investidor deve exigir além da taxa prometida e por que CRI de obra não é para pessoa física.
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